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domingo, 1 de novembro de 2009

Visitas de todos os cantos



 Maria Helena Salles,  D. Zezé e o Prefeito Ângelo Oswaldo de Araújo no Pouso do Chico Rei
A arte-educadora Iaci Iara Mello de Belém do Pará

Alunas da FAOP

As artistas plásticas Martine Salendre e  Noemi Gomes 
mais Kátia Moreira do Projeto Colcha de Versos

As artesãs do Projeto Colcha de Versos receberam na primeira semana da Mostra e Visita-Guiada na Pousada Toledo, do gentil casal Edson e Socorro, hóspedes brasileiros e estrangeiros, moradores da cidade e duas turmas de alunas do núcleo de Arte da FAOP - Fundação de Arte de Ouro Preto – onde puderam conferir de perto o trabalho artesanal e literário do Projeto e sua história de criação pela artesã Dona Zezé. Durante a visita guiada também tiveram a oportunidade de conhecer o espaço e a mobília de época e algumas curiosidades da pousada.

Também a TV UniBH Inconfidentes marcou presença, registrando o momento de abertura da exposição, ido ao ar no dia 17 de setembro à noite. (Em breve video)

Na segunda semana da mostra vários moradores e outros visitantes estiveram no belo e histórico Pouso do Chico Rei, antiga casa onde D. Lili Ebba Correia de Araújo recebia seus amigos e hóspedes ilustres, como: Vinícius de Moraes, Pablo Neruda, Burle Max, Alberto da Veiga Guignard. Atualmente, quem continua cuidando com zelo do Pouso é seu neto Ricardo e sua companheira  Maria Helena.

Visitas surpreendentes como a da Dona Ieda Silva, ouropretana,e que quando jovem ajudava a Dona Lili nos afazeres domésticos. Emocionada, caminhou pelos cômodos, sinalizando alguns detalhes especiais da casa. Também o prefeito de Ouro Preto, Ângelo Oswaldo de Araújo fez questão de marcar presença na noite de terça, 26. Além, dos próprios hóspedes, na sua maioria, franceses, adoraram a idéia de circular em meio às peças e pessoas diferentes das habituais dos dias de estadia na pousada.

Somando-se: a felicidade e o orgulho das artesãs do Projeto Colcha de Versos; as centenas de assinaturas no livro de visitas; os olhares curiosos, contemplativos e de leitores atenciosos à uma linguagem literária arcaica, porém bela, e com o cenário não diferente que esse, pode-se dizer que foi realmente uma experiência de arte, cultura e literatura, equivalendo-se à conscientização de preservar cada vez mais o patrimônio cultural mineiro (material e imaterial), que é do povo e para o povo, pois afinal ele é seu melhor guardião.

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